Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica



Reitores destacam a importância do Fórum Mundial de EPT

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Em sua segunda edição, o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica (II FMEPT) reuniu culturas e tecnologias, promoveu debates produtivos, oportunizou a troca de experiências, possibilitou a interação entre vários países e, em muitas situações, resultou na definição de encaminhamentos pertinentes. Por tudo isso, reitores e dirigentes das instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica reiteram a importante dimensão do evento que teve como tema central a “Democratização, Emancipação e Sustentabilidade”.

altPara o presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) e reitor do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), Denio Rebello Arantes, além do contato com representantes de outros países, o Fórum é uma oportunidade para que os integrantes da Rede possam trocar informações e experiências, horizontal e verticalmente.

“O Fórum tem grande amplitude de atividades que trazem benefícios de todas as ordens, culturais, gastronômicas, discussões de políticas e experiências pedagógicas. Tudo isso cria uma situação de sinergia, em que uma coisa ajuda a outra. Soma-se a isso que, além de brasileiros, temos também as delegações estrangeiras que trazem suas experiências para o nosso país e também podem conhecer a riqueza que o Brasil tem para apresentar”, disse Arantes.

Na opinião do reitor do Instituto Federal Fluminense (IFF), Luiz Caldas, o Fórum foi realizado num momento oportuno, em que o Brasil vive grandes desafios no âmbito da Educação Profissional e Tecnológica (EPT). “Eventos como esse qualificam e são necessários para o desenvolvimento do Brasil e do mundo. Aproveito para dizer que o Instituto Federal de Santa Catarina cumpriu muito bem o desafio de organizar um evento tão grandioso”.

Para o reitor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), Belchior Rocha, a realização do II FMEPT ganha ainda mais importância nesta fase de enfrentamento do apagão de mão de obra em alguns setores. “A EPT pode trazer um grande alento e até uma solução para o desemprego no mundo. Muitos pontos de discussão dentro do Fórum podem dar suporte ao melhor desenvolvimento mundial.”

Para o reitor do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul), Antônio Carlos Barum Brod, “o Fórum possibilita uma visão ampliada em relação ao Brasil, à EPT e aos institutos federais, criando possibilidades reais de mobilidade e de convênios. Não é mais admissível que estejamos trabalhando sem mobilidade e sem conhecer as tecnologias de ponta que estão lá fora”, disse Brod, sobre o processo de internacionalização vivido pelas instituições da Rede Federal.

Pós-Fórum

 

Na opinião do presidente do Conif, “o momento pós-Fórum deverá refletir nas instituições e na sociedade aquilo que se discutiu. Para isso, temos que ser capazes de reunir as informações apresentadas no evento e colocar num formato em que todos possam ter acesso e aprender. Para que o Fórum tenha sucesso, ele tem que ser entendido pela sociedade, e não apenas pelas pessoas que estão aqui presentes”, finalizou Arantes.

Durante o evento, o Conif realizou a 3ª reunião extraordinária de 2012, que resultou em vários encaminhamentos voltados à melhoria da EPT e das instituições da Rede no Brasil.

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